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Campilobacteriose

Infecção bacteriana geralmente associada ao consumo de alimentos ou água contaminados, especialmente carnes mal cozidas, leite não pasteurizado e contato com animais infectados, causada principalmente por Campylobacter jejuni.

Carne mal cozida Zoonose alimentar Bactéria intestinal Leite não pasteurizado
Tempo de leitura: 8 min
Atualizado em: 18/05/2026
Campilobacteriose associada a alimentos contaminados

Quadro clínico principal

  • Diarreia aquosa ou sanguinolenta
  • Dor abdominal em cólica
  • Febre
  • Náuseas e vômitos
  • Mal-estar geral
  • Sintomas geralmente autolimitados

Diagnóstico

  • Diagnóstico geralmente clínico em casos leves
  • Coprocultura em casos graves ou persistentes
  • PCR em painel molecular de fezes
  • Hemograma e eletrólitos em desidratação ou gravidade

Tratamento

  • Hidratação oral ou venosa conforme gravidade
  • Correção de distúrbios hidroeletrolíticos
  • Antibiótico apenas em casos selecionados
  • Azitromicina em doença grave, prolongada ou grupos de risco

Complicações

  • Desidratação e distúrbios eletrolíticos
  • Bacteremia em imunossuprimidos
  • Artrite reativa pós-infecciosa
  • Síndrome de Guillain-Barré

O que é

A campilobacteriose é uma infecção bacteriana intestinal, geralmente transmitida por alimentos ou água contaminados, causada principalmente por bactérias do gênero Campylobacter. É uma das causas importantes de gastroenterite bacteriana, podendo provocar diarreia, dor abdominal, febre e, em alguns casos, complicações pós-infecciosas.

Agente etiológico

Bactéria Gram-negativa, curva ou espiralada, microaerofílica e móvel, pertencente ao gênero Campylobacter.

  • Campylobacter jejuni — principal espécie associada à gastroenterite humana.
  • Campylobacter coli — também causa diarreia, frequentemente relacionada a suínos e aves.
  • Campylobacter fetus — mais associado a infecções sistêmicas em imunossuprimidos, idosos e gestantes.
  • Campylobacter upsaliensis — pode estar associado a cães e gatos, com infecção humana menos frequente.
Bactéria Campylobacter

Epidemiologia

A campilobacteriose ocorre em todo o mundo e está fortemente associada ao consumo de alimentos contaminados, especialmente carne de frango mal cozida, leite não pasteurizado e água sem tratamento adequado.

Distribuição mundial

Doença comum em países desenvolvidos e em desenvolvimento.

No Brasil

Provavelmente subdiagnosticada, pois muitos casos leves não realizam investigação laboratorial.

Mortalidade

Baixa na maioria dos casos; maior risco em idosos, crianças pequenas e imunossuprimidos.

Morbidade

Geralmente autolimitada, mas pode causar desidratação e complicações pós-infecciosas.

Perfil típico

Pessoa exposta a alimentos contaminados, água não tratada ou contato com animais infectados.

Reservatórios e transmissão

Principais reservatórios

  • Aves domésticas, especialmente frangos.
  • Bovinos, suínos, ovinos e outros animais de produção.
  • Cães e gatos, principalmente filhotes com diarreia.
  • Animais silvestres e aves migratórias.

Formas de transmissão

  • Consumo de carne de frango crua ou mal cozida.
  • Contaminação cruzada durante o preparo dos alimentos.
  • Ingestão de leite não pasteurizado ou água contaminada.
  • Contato direto com fezes de animais infectados.
A transmissão pessoa a pessoa é incomum, mas pode ocorrer em situações de higiene inadequada, especialmente em crianças, instituições ou surtos.

Fisiopatologia

O Campylobacter é ingerido por meio de alimentos ou água contaminados e alcança o trato gastrointestinal, onde consegue aderir à mucosa intestinal, especialmente no íleo e no cólon.

A bactéria invade a mucosa e desencadeia resposta inflamatória local, podendo causar diarreia inflamatória, dor abdominal em cólica, febre e, em alguns casos, presença de sangue ou muco nas fezes.

Após a infecção, mecanismos imunomediados podem estar relacionados a complicações como artrite reativa e síndrome de Guillain-Barré.

Ciclo de transmissão e fisiopatologia da campilobacteriose Clique para ampliar

Como ocorre a transmissão

A campilobacteriose ocorre principalmente pela ingestão de alimentos ou água contaminados por fezes de animais infectados. A bactéria chega ao trato gastrointestinal e causa infecção intestinal, geralmente após consumo de carne mal cozida, leite não pasteurizado ou por contaminação cruzada durante o preparo dos alimentos.

Principais vias de infecção

Carne mal cozida

Consumo de frango, aves ou outras carnes cruas ou insuficientemente cozidas, uma das principais fontes de infecção.

Contaminação cruzada

Uso de tábuas, facas, superfícies ou utensílios contaminados por carne crua durante o preparo de outros alimentos.

Leite e água contaminados

Ingestão de leite não pasteurizado, derivados sem inspeção ou água contaminada por fezes de animais.

Contato com animais

Contato direto com fezes de animais infectados, especialmente filhotes de cães e gatos com diarreia, aves e animais de produção.

Grupos de maior risco

  • Crianças pequenas.
  • Idosos.
  • Gestantes.
  • Imunossuprimidos.
  • Pessoas que consomem leite não pasteurizado ou água não tratada.
  • Manipuladores de alimentos e pessoas expostas a carne crua.
  • Trabalhadores rurais, veterinários e pessoas em contato frequente com animais.
  • Viajantes para regiões com saneamento ou segurança alimentar inadequados.
A transmissão pessoa a pessoa é incomum, mas pode ocorrer quando há higiene inadequada das mãos, especialmente em crianças, creches, instituições ou durante surtos.

Quadro clínico

A campilobacteriose geralmente se manifesta como gastroenterite aguda, com diarreia, dor abdominal e febre. O quadro costuma ser autolimitado, mas pode ser mais intenso em crianças pequenas, idosos, gestantes e imunossuprimidos.

Sintomas mais comuns

Diarreia

Pode ser aquosa ou inflamatória, com muco ou sangue em alguns casos.

Dor abdominal

Geralmente em cólica, podendo simular abdome agudo ou apendicite em quadros mais intensos.

Febre

Comum no início do quadro, associada a mal-estar e sintomas sistêmicos.

Náuseas e vômitos

Podem ocorrer, embora sejam menos predominantes que a diarreia e a dor abdominal.

Desidratação

Mais provável em crianças, idosos ou pacientes com grande perda de líquidos pelas fezes.

Mal-estar

Pode haver fadiga, prostração, inapetência e dor no corpo durante a fase aguda.

Formas clínicas

  • Leve: diarreia autolimitada, pouca repercussão sistêmica e boa aceitação oral.
  • Moderada: diarreia frequente, dor abdominal importante, febre e sinais iniciais de desidratação.
  • Grave: diarreia sanguinolenta, desidratação importante, febre alta, toxemia ou piora clínica progressiva.
  • Persistente: sintomas prolongados, geralmente por mais de 7 dias, exigindo investigação e avaliação de fatores de risco.
  • Extraintestinal: mais rara, podendo ocorrer bacteremia, artrite reativa ou complicações neurológicas pós-infecciosas.

Suspeita diagnóstica

Deve ser suspeitada em pacientes com gastroenterite aguda, especialmente quando há diarreia aquosa ou sanguinolenta, dor abdominal em cólica, febre e história recente de consumo de carne mal cozida, leite não pasteurizado, água contaminada ou contato com animais com diarreia.

Exames utilizados

Diagnóstico clínico

Na maioria dos casos leves e autolimitados, o diagnóstico é baseado no quadro clínico e na história epidemiológica.

Coprocultura

Pode identificar Campylobacter nas fezes, principalmente em casos graves, persistentes, surtos ou pacientes de maior risco.

PCR em fezes

Painéis moleculares gastrointestinais podem detectar rapidamente o agente, quando disponíveis.

Exames de suporte

Hemograma, eletrólitos, função renal e avaliação de hidratação podem ser úteis em casos moderados a graves.

Diagnósticos diferenciais

  • Salmonelose.
  • Shigelose.
  • Infecção por Escherichia coli enteroinvasiva ou entero-hemorrágica.
  • Yersiniose.
  • Amebíase intestinal.
  • Gastroenterite viral.
  • Doença inflamatória intestinal em primeiro episódio ou exacerbação.
  • Apendicite, quando há dor abdominal intensa em fossa ilíaca direita.
A investigação laboratorial é mais indicada em diarreia sanguinolenta, febre alta, sinais de desidratação, sintomas persistentes, imunossupressão, extremos de idade ou suspeita de surto.

Princípios do tratamento

O tratamento da campilobacteriose é principalmente de suporte, com foco em hidratação, reposição de eletrólitos e monitorização clínica. A maioria dos casos leves é autolimitada, mas pacientes com sinais de gravidade, grupos de risco ou evolução prolongada podem necessitar de antibiótico e internação.

A reposição de fluidos e eletrólitos com solução oral contendo glicose e sais é a principal estratégia terapêutica nas infecções por Campylobacter.

Definição do local de cuidado

Quadro leve a moderado

Pode ser acompanhado em domicílio ou em unidade de internação, conforme aceitação oral, hidratação, comorbidades e evolução clínica.

Sinais de gravidade

Recomenda-se internação hospitalar; em casos graves, instabilidade hemodinâmica, toxemia ou rebaixamento do sensório, considerar unidade de terapia intensiva.

Quando indicar antibiótico

A antibioticoterapia não é necessária para todos os pacientes. Pode ser indicada quando houver maior risco de evolução desfavorável, doença grave ou persistência dos sintomas.

  • Febre alta.
  • Diarreia sanguinolenta.
  • Mais de 8 evacuações por dia.
  • Piora progressiva dos sintomas.
  • Persistência dos sintomas por mais de 7 dias.
  • Gravidez.
  • Infecção por HIV ou outros imunocomprometimentos.
  • Disenteria grave ou recorrente.
  • Suspeita de bacteremia ou infecção extraintestinal.
Quando houver indicação de antibiótico, a azitromicina costuma ser uma das opções preferenciais. O uso de fluoroquinolonas deve considerar resistência local e contexto epidemiológico.

Sem critérios de internação

Indicado para infecções leves a moderadas, sem sinais de gravidade, com boa aceitação oral e sem desidratação importante. Escolha uma das opções:

Azitromicina

500 mg VO de 24/24 horas, por 3 dias.

Azitromicina

1.000 mg VO, dose única, para doença leve.

Ciprofloxacino

500 mg VO de 12/12 horas, por 5 dias.

Levofloxacino

750 mg VO de 12/12 horas, por 5 dias.

Eritromicina

500 mg VO de 6/6 horas, por 3 dias.

Doxiciclina

100 mg VO de 12/12 horas, por 5 dias.

Dieta e hidratação

Dieta

  • Dieta oral constipante, conforme aceitação.
  • Evitar alimentos gordurosos, irritantes ou de difícil digestão durante a fase aguda.
  • No rebaixamento do sensório, suspender dieta oral.
  • Considerar dieta enteral via SNE conforme quadro clínico e risco de broncoaspiração.

Hidratação

  • Solução de reidratação oral nos casos leves a moderados.
  • Hidratação venosa conforme parâmetros hemodinâmicos e perdas gastrointestinais.
  • SF 0,9%: cerca de 30–40 mL/kg EV em 24 horas, individualizando conforme idade, comorbidades e estado volêmico.
  • Atenção à reposição de eletrólitos, especialmente K+ e Mg2+.
Em pacientes idosos, a desidratação pode contribuir para rebaixamento do nível de consciência e piora funcional aguda.

Com critérios de internação

Em infecções graves, a duração da terapia deve ser individualizada conforme quadro clínico, resposta ao tratamento, presença de bacteremia, infecção extraintestinal e comorbidades. Quando há bacteremia por Campylobacter, geralmente considera-se tratamento por 7 a 14 dias.

Esquema A: infecções leves a moderadas em paciente internado

Escolha uma das opções:

Azitromicina

500 mg EV ou VO de 24/24 horas, por 3 dias. Se bacteremia, tratar por 14 dias.

Azitromicina

1.000 mg EV ou VO, dose única, para doença leve.

Eritromicina

500 mg VO de 6/6 horas, por 3 dias.

Ciprofloxacino

400 mg EV ou 500 mg VO de 12/12 horas, por 5 dias.

Levofloxacino

750 mg EV ou VO de 12/12 horas, por 5 dias.

Doxiciclina

100 mg EV ou VO de 12/12 horas, por 5 dias.

Esquema B: infecções graves

Escolha uma das opções, conforme gravidade, suspeita de infecção sistêmica, função renal, disponibilidade e orientação da infectologia:

Amicacina

7,5 mg/kg EV ou IM de 12/12 horas.

Gentamicina

2 mg/kg EV, dose única, seguida de 1,7–2 mg/kg EV de 8/8 horas.

Meropeném

1 g EV de 8/8 horas.

Cloranfenicol

50–100 mg/kg/dia VO ou EV, dividido de 6/6 horas. Dose máxima: 4 g/dia.

Situações especiais

Infecção endovascular por C. fetus

  • Requer tratamento prolongado, geralmente por 4 semanas.
  • Gentamicina pode ser utilizada como parte do esquema.
  • Alternativas incluem Ampicilina ou cefalosporinas de terceira geração.
  • Investigar foco endovascular, aneurisma ou endocardite conforme suspeita clínica.

Infecção do sistema nervoso central

  • Tratamento por 2 a 3 semanas, conforme evolução clínica.
  • Opções incluem cefalosporinas de terceira geração.
  • Também podem ser consideradas Ampicilina ou Cloranfenicol.
  • Requer avaliação hospitalar e acompanhamento especializado.

Quando considerar abordagem cirúrgica

O tratamento cirúrgico não é rotina na campilobacteriose intestinal, mas pode ser necessário em complicações graves ou suspeita de foco vascular.

  • Suspeita de megacólon tóxico.
  • Suspeita de aneurisma infectado ou complicação endovascular.
  • Abdome agudo, perfuração, isquemia ou deterioração clínica apesar do tratamento.
Evite antidiarreicos em pacientes com disenteria, febre alta, toxemia ou suspeita de colite invasiva. A conduta deve priorizar hidratação, avaliação de gravidade e antibioticoterapia apenas quando indicada.

Complicações da brucelose

São mais frequentes quando há atraso diagnóstico, tratamento inadequado ou doença prolongada.

Principais acometimentos

Osteoarticular

Sacroileíte, espondilodiscite, artrite periférica e dor lombar persistente.

Cardíaco

Endocardite — rara, mas principal causa de morte relacionada à brucelose.

Neurológico

Meningite, encefalite, radiculopatia ou neuropatias periféricas.

Geniturinário

Orquite, epididimite e prostatite, especialmente em homens.

Hepatoesplênico

Hepatomegalia, esplenomegalia, elevação de transaminases e granulomas hepáticos.

Hematológico

Anemia, leucopenia, plaquetopenia e marcadores inflamatórios elevados.

Dor lombar persistente em paciente com brucelose deve levantar suspeita de acometimento osteoarticular.

Complicações da campilobacteriose

As complicações são incomuns na maioria dos casos, mas podem ocorrer em pacientes com doença grave, sintomas prolongados, imunossupressão, extremos de idade ou infecção sistêmica. Algumas complicações podem surgir após a fase intestinal aguda, por mecanismos imunomediados.

Principais acometimentos

Desidratação

Complicação mais comum, especialmente em crianças, idosos e pacientes com vômitos ou diarreia intensa.

Distúrbios eletrolíticos

Hipocalemia, hipomagnesemia, injúria renal pré-renal e acidose podem ocorrer em perdas gastrointestinais importantes.

Bacteremia

Rara, mas pode ocorrer principalmente em imunossuprimidos, idosos, gestantes ou em infecção por Campylobacter fetus.

Artrite reativa

Pode surgir dias a semanas após a gastroenterite, com dor e inflamação articular, geralmente em membros inferiores.

Síndrome de Guillain-Barré

Complicação neurológica pós-infecciosa rara, associada a fraqueza progressiva, arreflexia e risco de insuficiência respiratória.

Complicações endovasculares

Mais associadas ao C. fetus, podendo envolver aneurismas infectados, endocardite ou infecção vascular em pacientes predispostos.

Sinais de alerta

  • Diarreia sanguinolenta intensa ou persistente.
  • Febre alta, toxemia ou piora progressiva do estado geral.
  • Sinais de desidratação importante.
  • Rebaixamento do nível de consciência, especialmente em idosos.
  • Dor abdominal intensa, distensão abdominal ou suspeita de megacólon tóxico.
  • Fraqueza muscular progressiva ou sintomas neurológicos após gastroenterite.
  • Persistência dos sintomas por mais de 7 dias.
Fraqueza ascendente, formigamentos, arreflexia ou dificuldade respiratória após episódio de diarreia devem levantar suspeita de síndrome de Guillain-Barré e exigem avaliação urgente.

Como prevenir

A prevenção da campilobacteriose depende principalmente de medidas de segurança alimentar, higiene das mãos, cozimento adequado dos alimentos e prevenção da contaminação cruzada durante o preparo das refeições.

Medidas individuais

  • Cozinhar bem carnes, especialmente frango e outras aves.
  • Evitar o consumo de carne crua, mal cozida ou com partes rosadas.
  • Consumir apenas leite pasteurizado, fervido ou derivados inspecionados.
  • Beber água tratada, filtrada ou fervida.
  • Lavar as mãos antes de preparar alimentos e após manipular carne crua.
  • Separar tábuas, facas e utensílios usados em alimentos crus daqueles usados em alimentos prontos.
  • Higienizar bancadas, superfícies e utensílios após contato com carne crua.
  • Lavar as mãos após contato com animais, especialmente filhotes de cães e gatos com diarreia.

Medidas coletivas

Segurança alimentar

Controle da produção, armazenamento, transporte e preparo de alimentos de origem animal.

Controle em aves e carnes

Boas práticas na criação, abate, processamento e comercialização de frangos e outras carnes.

Água segura

Tratamento adequado da água, saneamento básico e proteção de fontes contra contaminação fecal.

Inspeção sanitária

Fiscalização de alimentos, laticínios, restaurantes, indústrias e serviços de alimentação.

Educação em saúde

Orientação da população sobre higiene das mãos, cozimento completo e prevenção da contaminação cruzada.

Investigação de surtos

Identificação de fontes contaminadas e adoção de medidas rápidas para interromper a transmissão.

Não existe vacina humana amplamente disponível para prevenção da campilobacteriose. A principal forma de prevenção é o preparo seguro dos alimentos e o consumo de água e leite seguros.

Importante

A campilobacteriose geralmente é autolimitada, mas pode evoluir com desidratação, diarreia sanguinolenta, bacteremia em grupos de risco e complicações pós-infecciosas, como artrite reativa e síndrome de Guillain-Barré.

Referências bibliográficas

Ver todas as referências utilizadas neste artigo

Em provas / residência

Campilobacteriose → diarreia inflamatória ou sanguinolenta + dor abdominal em cólica + febre após consumo de frango mal cozido, leite não pasteurizado ou alimento contaminado.

Lembre-se da associação com artrite reativa e síndrome de Guillain-Barré após gastroenterite por Campylobacter jejuni.

Mais informações nas abas acima do artigo.

Referências bibliográficas

  1. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Campylobacter: Treatment. CDC, 2024.
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