2024

Estudo do SUS

Hemobras

Voltar A Hemobras, oficialmente conhecida como Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia, é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Saúde do Brasil. Fundada em 1992, a Hemobras tem como missão principal produzir medicamentos hemoderivados e biotecnológicos para atender prioritariamente aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A empresa desempenha um papel crucial na garantia de acesso a tratamentos essenciais para diversas condições médicas. HIstória A história da Hemobras está intimamente ligada ao desenvolvimento da saúde pública no Brasil. Desde sua fundação, a empresa tem se destacado pela inovação e pela capacidade de atender às necessidades do SUS. Ao longo dos anos, a Hemobras expandiu sua capacidade produtiva e diversificou sua linha de produtos, tornando-se um dos principais fornecedores de medicamentos hemoderivados e biotecnológicos no país. A empresa também investe em pesquisa e desenvolvimento contínuo, buscando sempre melhorar a eficácia e a segurança dos seus produtos. Função A Hemobras é responsável pela pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos hemoderivados, como imunoglobulinas, albuminas e fatores de coagulação. Além disso, a empresa também se dedica à produção de biotecnológicos, incluindo vacinas e medicamentos biológicos. Esses produtos são essenciais para o tratamento de doenças raras, imunodeficiências, hemofilia e outras condições que requerem terapias avançadas. A Hemobras garante a qualidade e a segurança dos medicamentos, contribuindo significativamente para a saúde pública no Brasil. A história da Hemobras está intimamente ligada ao desenvolvimento da saúde pública no Brasil. Desde sua fundação, a empresa tem se destacado pela inovação e pela capacidade de atender às necessidades do SUS. Ao longo dos anos, a Hemobras expandiu sua capacidade produtiva e diversificou sua linha de produtos, tornando-se um dos principais fornecedores de medicamentos hemoderivados e biotecnológicos no país. A empresa também investe em pesquisa e desenvolvimento contínuo, buscando sempre melhorar a eficácia e a segurança dos seus produtos. A Hemobras é responsável pela pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos hemoderivados, como imunoglobulinas, albuminas e fatores de coagulação. Além disso, a empresa também se dedica à produção de biotecnológicos, incluindo vacinas e medicamentos biológicos. Esses produtos são essenciais para o tratamento de doenças raras, imunodeficiências, hemofilia e outras condições que requerem terapias avançadas. A Hemobras garante a qualidade e a segurança dos medicamentos, contribuindo significativamente para a saúde pública no Brasil. Referências MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hemobras: Produção e Distribuição de Hemoderivados no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2020. PEREIRA, Ana Paula. A Importância da Hemobras no Sistema de Saúde Brasileiro. São Paulo: Editora Saúde Pública, 2018. SOUZA, Marcelo. Desafios e Perspectivas da Hemobras. Rio de Janeiro: Editora Biomédica, 2019. Dr. Marcelo Negreiros Autor do Artigo Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message*

Estudo do SUS

Funasa

Voltar A Funasa (Fundação Nacional de Saúde) é uma instituição crucial no Brasil, responsável por promover e proteger a saúde das populações vulneráveis. Fundada em 1991, ela opera principalmente em áreas como saneamento básico, saúde ambiental e controle de doenças. Trabalhando em parceria com municípios e estados, a Funasa é essencial para a implementação de políticas públicas voltadas à melhoria das condições de vida e saúde da população. O impacto da Funasa é particularmente notório em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, onde suas ações garantem o acesso a água potável, tratamento de esgoto e combate a doenças endêmicas. HIstória A história da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) remonta à criação do Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) em 1942, um órgão voltado para a promoção da saúde pública nas regiões mais carentes do Brasil. Em 1991, a Funasa foi oficialmente instituída a partir da fusão do SESP com a Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM) e a Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP). Ao longo das décadas, a Funasa tem desempenhado um papel vital no controle de doenças endêmicas, na promoção do saneamento básico e na melhoria das condições de saúde em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas. A fundação trabalha em estreita colaboração com estados e municípios, desenvolvendo programas de abastecimento de água potável, tratamento de esgoto, e combate a doenças como a malária e a dengue. Hoje, a Funasa continua sendo uma peça fundamental na estrutura de saúde pública do Brasil, refletindo um legado de compromisso com a melhoria das condições de vida das populações mais vulneráveis. Função A Funasa atua de forma muito prática e concreta para melhorar a saúde pública e as condições de saneamento básico em todo o Brasil. Algumas das ações que ela realiza na prática incluem: Abastecimento de Água Potável: A Funasa implementa projetos de construção de poços artesianos, estações de tratamento de água e sistemas de distribuição de água em comunidades rurais e indígenas. Isso garante que populações anteriormente desassistidas tenham acesso a água limpa e segura para consumo. Tratamento de Esgoto: A fundação coordena a instalação de sistemas de esgotamento sanitário, incluindo redes de coleta e estações de tratamento de esgoto. Essas ações são fundamentais para reduzir a contaminação de corpos d’água e prevenir doenças relacionadas ao saneamento precário. Controle de Doenças Endêmicas: A Funasa realiza campanhas de vacinação, distribuição de medicamentos e programas de controle de vetores, como mosquitos que transmitem doenças como a dengue, zika e malária. Essas iniciativas são essenciais para reduzir a incidência dessas doenças em áreas vulneráveis. Educação em Saúde: A fundação promove ações educativas junto às comunidades, ensinando práticas de higiene pessoal, segurança alimentar e prevenção de doenças. Isso inclui palestras, oficinas e distribuição de material informativo. Melhoria de Infraestruturas: Em comunidades indígenas e quilombolas, a Funasa desenvolve projetos para construção de moradias adequadas, melhorias em escolas e unidades de saúde, garantindo que essas populações tenham condições dignas de vida. Essas são apenas algumas das ações concretas que a Funasa realiza diariamente para cumprir sua missão de promover saúde e bem-estar para as populações mais necessitadas do Brasil. A história da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) remonta à criação do Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) em 1942, um órgão voltado para a promoção da saúde pública nas regiões mais carentes do Brasil. Em 1991, a Funasa foi oficialmente instituída a partir da fusão do SESP com a Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM) e a Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP). Ao longo das décadas, a Funasa tem desempenhado um papel vital no controle de doenças endêmicas, na promoção do saneamento básico e na melhoria das condições de saúde em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas. A fundação trabalha em estreita colaboração com estados e municípios, desenvolvendo programas de abastecimento de água potável, tratamento de esgoto, e combate a doenças como a malária e a dengue. Hoje, a Funasa continua sendo uma peça fundamental na estrutura de saúde pública do Brasil, refletindo um legado de compromisso com a melhoria das condições de vida das populações mais vulneráveis. A Funasa atua de forma muito prática e concreta para melhorar a saúde pública e as condições de saneamento básico em todo o Brasil. Algumas das ações que ela realiza na prática incluem: Abastecimento de Água Potável: A Funasa implementa projetos de construção de poços artesianos, estações de tratamento de água e sistemas de distribuição de água em comunidades rurais e indígenas. Isso garante que populações anteriormente desassistidas tenham acesso a água limpa e segura para consumo. Tratamento de Esgoto: A fundação coordena a instalação de sistemas de esgotamento sanitário, incluindo redes de coleta e estações de tratamento de esgoto. Essas ações são fundamentais para reduzir a contaminação de corpos d’água e prevenir doenças relacionadas ao saneamento precário. Controle de Doenças Endêmicas: A Funasa realiza campanhas de vacinação, distribuição de medicamentos e programas de controle de vetores, como mosquitos que transmitem doenças como a dengue, zika e malária. Essas iniciativas são essenciais para reduzir a incidência dessas doenças em áreas vulneráveis. Educação em Saúde: A fundação promove ações educativas junto às comunidades, ensinando práticas de higiene pessoal, segurança alimentar e prevenção de doenças. Isso inclui palestras, oficinas e distribuição de material informativo. Melhoria de Infraestruturas: Em comunidades indígenas e quilombolas, a Funasa desenvolve projetos para construção de moradias adequadas, melhorias em escolas e unidades de saúde, garantindo que essas populações tenham condições dignas de vida. Essas são apenas algumas das ações concretas que a Funasa realiza diariamente para cumprir sua missão de promover saúde e bem-estar para as populações mais necessitadas do Brasil. Referências FUNASA. Diretrizes de Educação em Saúde. Brasília: Funasa, 2007. SILVA, Maria Aparecida da. Ações de Saúde Pública no Brasil: O Papel da Funasa. São Paulo: Editora Saúde, 2015. PEREIRA, João Carlos. História e Desafios da Funasa. Rio de Janeiro: Editora Médica, 2019. Dr. Marcelo Negreiros Autor do Artigo Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message*

Atlas de Radiologia

Sinal do Grão de Café

Voltar Sinal do Grão de Café O “Sinal do Grão de Café” é um achado radiológico clássico associado ao volvo de sigmoide, uma condição em que uma porção do intestino delgado ou sigmoide torce sobre si mesma, causando obstrução parcial ou completa. Esse sinal é visualmente identificado em radiografias abdominais e é crucial para o diagnóstico rápido e preciso dessa condição. Fisiopatologia O volvo de sigmoide ocorre devido à torção do intestino sobre seu mesentério, uma estrutura que lhe proporciona suporte e suprimento sanguíneo. Essa torção pode levar à obstrução intestinal, comprometendo o fluxo de conteúdo intestinal e, em casos graves, o fluxo sanguíneo. A condição é mais comum em regiões onde o intestino é longo e pouco fixo, como o ceco e o sigmoide. Imagem 01 Imagem 02 Imagem 03 Imagem 04 Imagem 01-02-03-04 Radiografia de Abdome: Em todas as imagens acima, podemos observar facilmente o sinal do grão de café. Ele se caracteriza por uma alça intestinal exageradamente dilatada como um balão e possui uma “linha” central. Esse sinal tem poucas variações e é de fácil identificação na prática clínica. Radiografia de Abdome: Em todas as imagens acima, podemos observar facilmente o sinal do grão de café. Ele se caracteriza por uma alça intestinal exageradamente dilatada como um balão e possui uma “linha” central. Esse sinal tem poucas variações e é de fácil identificação na prática clínica. Na radiografia abdominal, o “Sinal do Grão de Café” aparece como uma imagem arredondada com uma pequena projeção linear, lembrando a aparência de um grão de café. Esse sinal é mais frequentemente observado no quadrante superior direito do abdome e é acompanhado por níveis hidroaéreos no coto dilatado do intestino. A ausência de ar no reto é um achado comum nessa condição. Referências Steel S. The ASCRS Textbook of colon and rectal Surgery. 4th ed. New York: Springer, 2022. p. 681-697. Naveed M, Jamil LH, Fujii-Lau LL, et al. American Society for Gastrointestinal Endoscopy guideline on the role of endoscopy in the management of acute colonic pseudo-obstruction and colonic volvulus. Gastrointest Endosc. 2020; 91(2):228-235. Vogel JD, Feingold DL, Stewart DB, et al. Clinical Practice Guidelines for Colon Volvulus and Acute Colonic Pseudo-Obstruction. Diseases of Colon and Rectum. 2016; 59(7):589-600. Dr. Marcelo Negreiros Autor do Artigo Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message*

Calculadoras de Neurologia, Calculadoras Médicas

NIHSS

Escala NIHSS A Escala de Acidente Vascular Cerebral dos Institutos Nacionais de Saúde (NIHSS) é uma ferramenta vital e amplamente utilizada para avaliar a gravidade do acidente vascular cerebral (AVC) em pacientes. Desenvolvida para fornecer uma medida quantitativa do comprometimento neurológico, a NIHSS é utilizada tanto em contextos clínicos quanto de pesquisa para monitorar a progressão da doença e avaliar a eficácia das intervenções terapêuticas. Composta por 11 itens que examinam diferentes funções neurológicas, incluindo consciência, visão, força motora e coordenação, a NIHSS oferece uma avaliação abrangente e padronizada. Calculadora da Escala NIHSS Calculadora da Escala NIHSS 1a. Nível de Consciência: 0: Alerta+1: Sonolento+2: Movimenta ao sentir dor+2: Requer estimulação repetida para despertar+3: Coma profundo “O investigador deve escolher uma resposta mesmo se uma avaliação completa é prejudicada por obstáculos um tubo orotraqueal, barreiras de linguagem,trauma ou curativo orotraqueal. Um 3 é dado apenas se o paciente não faz nenhum movimento (outro além de postura reflexa) em resposta à estimulação dolorosa.” Mostrar/Ocultar Explicação 1b. Pergunte sobre ‘idade’ e ‘data’: 0: Ambas corretas+1: Uma correta+1: Disártrico/intubado/trauma/barreira de linguagem+2: Ambas incorretas+2: Afásico “O paciente é questionado sobre o mês e sua idade. A resposta deve ser correta – não há nota parcial por chegar perto. Pacientes com afasia ou esturpor que não compreendem as perguntas irão receber 2. Pacientes incapacitados de falar devido a intubação orotraqueal, trauma orotraqueal, disartria grave de qualquer causa, barreiras de linguagem ou qualquer outro problema não secundário a afasia receberão um 1. É importante que somente a resposta inicial seja considerada e que o examinador não “ajude” o paciente com dicas verbais ou não verbais. “ Mostrar/Ocultar Explicação 1c. ‘Piscar os olhos’ e ‘apertar as mãos’: 0: Ambas corretas+1: Uma correta+2: Ambas incorretas “O paciente é solicitado a abrir e fechar os olhos e então abrir e fechar a mão não parética. Substitua por outro comando de um único passo se as mãos não podem ser utilizadas. É dado credito se uma tentativa inequívoca é feita, mas não completada devido à fraqueza. Se o paciente não responde ao comando, a tarefa deve ser demonstrada a ele (pantomima) e o resultado registrado (i.e., segue um, nenhum ou ambos os comandos). Aos pacientes com trauma, amputação ou outro impedimento físico devem ser dados comandos únicos compatíveis. Somente a primeira tentativa é registrada.” Mostrar/Ocultar Explicação 2. Melhor olhar conjugado: 0: Ambas corretas+1: Paralisia parcial do olhar: pode ser superada+1: Paralisia parcial do olhar: corrige com reflexo oculocefálico+2: Paralisia forçada do olhar: não pode ser superada Somente os movimentos oculares horizontais sãotestados. Movimentos oculares voluntários ou reflexos (óculo-cefálico) recebem nota, mas a prova calórica não é usada. Se o paciente tem um desvio conjugado do olhar, que pode ser sobreposto por atividade voluntária ou reflexa, o escore será 1. Se o paciente tem uma paresia de nervo periférica isolada (NC III, IV ou VI), marque 1. O olhar é testado em todos os pacientes afásicos. Os pacientes com trauma ocular, curativos, cegueira preexistente ou outro distúrbio de acuidade ou campo visual devem ser testados com movimentos reflexos e a escolha feita pelo investigador. Estabelecer contato visual e, então, mover-se perto do paciente de um lado para outro, pode esclarecer a presença de paralisia do olhar. Mostrar/Ocultar Explicação 3. Campos Visuais: 0: Sem perda visual+1: Hemianopsia parcial+2: Hemianopsia completa+3: Hemianopsia bilateral+3: O paciente é cego bilateralmente OS campos visuais (quadrantes superiores e inferiores) são testados por confrontação, utilizando contagem de dedos ou ameaça visual, conforme apropriado. O paciente deve ser encorajado, mas se olha para o lado do movimento dos dedos, deve ser considerado como normal. Se houver cegueira unilateral ou enucleação, os campos visuais no olho restante são avaliados. Marque 1 somente se uma clara assimetria, incluindo quadrantanopsia, for encontrada. Se o paciente é cego por qualquer causa, marque 3. Estimulação dupla simultânea é realizada neste momento. Se houver uma extinção, o paciente recebe 1 e os resultados são usados para responder a questão 11. Mostrar/Ocultar Explicação 4. Paralisia Facial: 0: Simetria normal+1: Paralisia menor (sulco nasolabial plano, assimetria do sorriso)+2: Paralisia parcial (parte inferior da face)+3: Paralisia completa unilateral (face superior/inferior)+3: Paralisia bilateral completa (face superior/inferior) Pergunte ou use pantomima para encorajar o paciente a mostrar os dentes ou sorrir e fechar os olhos. Considere a simetria de contração facial em resposta a estímulo doloroso em paciente pouco responsivo ou incapaz de compreender. Na presença de trauma/curativo facial, tubo orotraqueal, esparadrapo ou outra barreira física que obscureça a face, estes devem ser removidos, tanto quanto possível. Mostrar/Ocultar Explicação 5a. Força motora do braço esquerdo: 0: Sem queda; mantém o braço 90° (ou 45°) por 10s completos.+1: Queda; mantém o braço a 90° (ou 45°), porém este apresenta queda antes dos 10s completos; não toca a cama ou outro suporte.+2: Algum esforço contra a gravidade; o braço não atinge ou não mantém 90° (ou 45°), cai na cama, mas tem alguma força contra a gravidade. +3: Nenhum esforço contra a gravidade; braço despenca+4: Nenhum movimento0: Aputação ou fusão articular O braço é colocado na posição apropriada: extensão dos braços (palmas para baixo) a 90° (se sentado) ou a 45° (se deitado). É valorizada queda do braço se esta ocorre antes de 10 segundos. O paciente afásico é encorajado através de firmeza na voz e de pantomima, mas não com estimulação dolorosa. Cada membro é testado isoladamente, iniciando pelo braço não-parético. Somente em caso de amputação ou de fusão de articulação no ombro, o item deve ser considerado não-testável (NT), e uma explicação deve ser escrita para esta escolha. Mostrar/Ocultar Explicação 5b. Força motora do braço direito: 0: Sem queda; mantém o braço 90° (ou 45°) por 10s completos.+1: Queda; mantém o braço a 90° (ou 45°), porém este apresenta queda antes dos 10s completos; não toca a cama ou outro suporte.+2: Algum esforço contra a gravidade; o braço não atinge ou não mantém 90° (ou 45°), cai na cama, mas tem alguma força contra a gravidade. +3: Nenhum esforço contra a gravidade; braço despenca+4: Nenhum movimento0: Aputação ou fusão articular

Calculadoras de Eletrólitos, Calculadoras Médicas

Correção de Sódio para Hiperglicemia

Correção de Sódio para Hiperglicemia A correção de sódio para hiperglicemia, baseada na fórmula de Hillier, 1999, é uma ferramenta crucial na prática médica para garantir a precisão na avaliação dos níveis séricos de sódio em pacientes com hiperglicemia. A hiperglicemia pode causar uma pseudohiponatremia, onde os níveis de sódio parecem baixos devido ao efeito dilucional da glicose elevada no sangue. A fórmula, expressa como Na Corrigido = Na sérico + 0,024 * (glicose sérica – 100), ajusta os níveis de sódio para refletir de maneira mais precisa a verdadeira concentração de sódio no sangue. Calculadora de Correção de Sódio na Hiperglicemia Calculadora de Correção de Sódio na Hiperglicemia Sódio Sérico (Na, mEq/L): Glicose Sérica (mg/dL): Calcular Observação A hiperglicemia causa mudanças osmóticas de água do espaço intracelular para o extracelular, causando uma hiponatremia dilucional relativa. O fator de correção clássico de 1,6 mEq/L para cada aumento de 100 mg/dL na glicose sérica foi desafiado por um artigo de Hillier et al em 1999, e às vezes seu fator de 2,4 mEq/L é usado. A hiperglicemia causa mudanças osmóticas de água do espaço intracelular para o extracelular, causando uma hiponatremia dilucional relativa. O fator de correção clássico de 1,6 mEq/L para cada aumento de 100 mg/dL na glicose sérica foi desafiado por um artigo de Hillier et al em 1999, e às vezes seu fator de 2,4 mEq/L é usado. Quem Criou? Dra. Teresa A. Hillier Teresa A. Hillier, MD, MS, era uma endocrinologista praticante e pesquisadora sênior no Kaiser Permanente Center for Health Research. Sua pesquisa incluiu como fatores de risco modificáveis ​​no início da vida podem afetar o risco futuro de doenças endócrinas, incluindo diabetes gestacional, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2 e osteoporose. A Dra. Hillier também foi a principal pesquisadora do Study of Osteoporotic Fractures (SOF). Ela faleceu em 2023.  📚 Referências Bibliográficas Katz MA. Hiponatremia induzida por hiperglicemia–cálculo da depressão esperada do sódio sérico. N Engl J Med. 1973 18 de outubro;289(16):843-4. PubMed PMID: 4763428. Hillier TA, Abbott RD, Barrett EJ. Hiponatremia: avaliando o fator de correção para hiperglicemia. Am J Med. 1999 Abr;106(4):399-403. PubMed PMID: 10225241. Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message* Também pode te interessar… Calculadoras Médicas Déficit Hídrico Livre na Hipernatremia Dr. Marcelo Negreiros junho 15, 2025 Calculadoras Médicas Escore Cardíaco de Marburg Dr. Marcelo Negreiros junho 15, 2025 Calculadoras Médicas Risco de Reynolds Dr. Marcelo Negreiros junho 13, 2025 Calculadoras Médicas Débito de potência cardíaca Dr. Marcelo Negreiros junho 13, 2025

Atlas de Oftalmo

Manchas de Bitot

Voltar Manchas de Bitot As Manchas de Bitot são lesões oculares caracterizadas por acúmulos espumosos e ceratinizados na conjuntiva, frequentemente associadas à deficiência de vitamina A. Estas manchas são um sinal clínico importante de xeroftalmia, uma condição que pode levar à cegueira se não tratada adequadamente. A prevalência das Manchas de Bitot é mais alta em regiões com baixos níveis de vitamina A na dieta, tornando-se um indicador crucial de desnutrição em populações vulneráveis. Fisiopatologia A fisiopatologia das Manchas de Bitot está diretamente relacionada à deficiência de vitamina A. A vitamina A é essencial para a manutenção da saúde ocular e do epitélio conjuntival. Sua deficiência leva à metaplasia escamosa da conjuntiva e à produção anormal de ceratina. Como resultado, surgem áreas espumosas e ceratinizadas na conjuntiva, conhecidas como Manchas de Bitot. A deficiência prolongada de vitamina A pode também comprometer a função imunológica e a integridade das mucosas, agravando ainda mais a condição ocular. Clinicamente, as Manchas de Bitot se apresentam como placas espumosas, esbranquiçadas ou amareladas na conjuntiva bulbar, geralmente nas porções temporais do olho. Estas manchas são bilaterais e podem variar em tamanho. Os pacientes podem não apresentar sintomas significativos além da presença visível das manchas, mas em casos de deficiência severa de vitamina A, podem ocorrer sintomas como visão embaçada, xeroftalmia e, eventualmente, ceratomalacia, levando à cegueira. Tratamento O tratamento das Manchas de Bitot envolve a correção da deficiência de vitamina A e a melhoria da saúde nutricional geral. Algumas abordagens incluem: Suplementação de Vitamina A: Administração de doses terapêuticas de vitamina A para corrigir a deficiência. Dietas Ricas em Vitamina A: Aumento da ingestão de alimentos ricos em vitamina A, como vegetais de folhas verdes, cenouras, batatas-doces e fígado. Educação Nutricional: Programas de educação para promover dietas balanceadas e prevenir recorrências. Tratamento das Complicações: Manejo das complicações associadas, como infecções secundárias e xeroftalmia severa. Quem Descreveu Dr. Pierre Alain Bitôt Pierre Bitôt (1822-1888) foi um médico, anatomista e cirurgião francês, mais conhecido por descrever as Manchas de Bitôt, lesões oculares associadas à deficiência de vitamina A. Além de suas contribuições à oftalmologia, Bitôt publicou uma ampla gama de trabalhos sobre anatomia e cirurgia. Referências Martins EN, Alvarenga LS, Lopes FA, Gomes JÁP, Freitas D de. Deficiência de vitamina A: relato de caso. Arq Bras Oftalmol [Internet]. 1999Dec;62(6):755–7. Available from: https://doi.org/10.1590/S0004-27491999000600019 Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message* Também pode te interessar… Atlas de Oftalmo Manchas de Bitot Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024 Atlas de Oftalmo Arco Senil Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024 Atlas de Oftalmo Hifema Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024 Atlas de Oftalmo Hemorragia Subconjuntival Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024

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Arco Senil

Arco Senil O arco senil, também conhecido como arco corneano, é uma condição oftalmológica comum em idosos, caracterizada pela presença de um anel opaco esbranquiçado ou cinzento ao redor da margem da córnea. Embora seja geralmente considerado uma alteração benigna associada ao envelhecimento, o arco senil pode, em alguns casos, ser indicativo de dislipidemia subjacente. Fisiopatologia A fisiopatologia do arco senil envolve o depósito de lipídios, como colesterol e fosfolipídios, na periferia da córnea, especificamente na membrana de Bowman. Esses depósitos resultam na formação de um anel opaco que é mais pronunciado em indivíduos idosos. O desenvolvimento do arco senil está associado a alterações no metabolismo lipídico, frequentemente observadas com o avanço da idade. Embora a condição seja geralmente benigna, a presença do arco senil em pacientes mais jovens pode sugerir a existência de dislipidemia ou outros distúrbios metabólicos. Clinicamente, o arco senil é caracterizado pela presença de um anel esbranquiçado ou cinzento ao redor da margem da córnea. Este anel é geralmente bilateral e simétrico, não afeta a visão e é mais comum em indivíduos com idade avançada. Os pacientes geralmente não apresentam sintomas associados e o achado é tipicamente identificado durante exames oftalmológicos de rotina. Em alguns casos, o arco senil pode ser confundido com outras condições, como o anel de Kayser-Fleischer, sendo importante diferenciá-los clinicamente. Tratamento O arco senil é geralmente uma condição benigna que não requer tratamento específico. No entanto, a presença do arco em indivíduos mais jovens pode justificar uma avaliação adicional para investigar possíveis dislipidemias subjacentes ou outros distúrbios metabólicos. O tratamento das condições subjacentes pode incluir: Modificação do estilo de vida: Alterações na dieta, exercício físico regular e cessação do tabagismo. Medicações hipolipemiantes: Em casos de dislipidemia, o uso de estatinas ou outros medicamentos para controlar os níveis de lipídios no sangue. Referências Santos JE dos, Guimarães AC, Diament J. Consenso Brasileiro Sobre Dislipidemias Detecção, Avaliação e Tratamento. Arq Bras Endocrinol Metab [Internet]. 1999Aug;43(4):287–305. Available from: https://doi.org/10.1590/S0004-27301999000400005 Couto M da C. O arco senil em medicina legal. 1925 ;[citado 2024 out. 16 ] Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message* Também pode te interessar… Atlas de Oftalmo Conjuntivite Alérgica Dr. Marcelo Negreiros fevereiro 20, 2025 Atlas de Oftalmo Conjuntivite Bacteriana Dr. Marcelo Negreiros fevereiro 20, 2025 Atlas de Oftalmo Conjuntivite Viral Dr. Marcelo Negreiros fevereiro 20, 2025 Atlas de Oftalmo Manchas de Bitot Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024

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Hifema

Hifema O hifema é uma condição oftalmológica caracterizada pela presença de sangue na câmara anterior do olho, a área entre a córnea e a íris. Essa condição geralmente resulta de traumas oculares, mas também pode ocorrer devido a doenças como uveíte, neovascularização da íris ou complicações após cirurgias oculares. O hifema pode variar em gravidade, desde um leve acúmulo de sangue até uma obstrução completa da visão, e requer atenção médica imediata para evitar complicações. Fisiopatologia A fisiopatologia do hifema envolve a ruptura de vasos sanguíneos na íris ou nos corpos ciliares, levando ao extravasamento de sangue para a câmara anterior. Isso pode ser desencadeado por traumas diretos ao olho, aumento súbito da pressão intraocular ou outras condições patológicas. O sangue na câmara anterior pode interferir com o fluxo do humor aquoso, aumentando o risco de glaucoma agudo. Além disso, o sangue extravasado pode causar inflamação e levar à formação de sinéquias ou hemossiderose, uma complicação que pode prejudicar a visão a longo prazo. Clinicamente, o hifema é visível como uma camada de sangue na câmara anterior do olho, que pode variar em altura e densidade. Os pacientes geralmente relatam visão embaçada, dor ocular, sensibilidade à luz (fotofobia) e, em alguns casos, visão dupla (diplopia). A aparência clínica pode variar de um leve acúmulo de sangue na parte inferior da câmara anterior a uma obstrução completa da visão quando o sangue preenche toda a câmara. O exame oftalmológico revela a presença de sangue e pode incluir medições de pressão intraocular, além de uma avaliação detalhada do segmento anterior do olho. Tratamento O tratamento do hifema depende da gravidade e da causa subjacente. Algumas abordagens incluem: Repouso e Elevação da Cabeça: Manter a cabeça elevada pode ajudar a reabsorção do sangue. Protetores Oculares: Uso de escudos oculares para proteger o olho afetado. Medicamentos: Uso de colírios cicloplégicos para diminuir a dor e colírios de corticosteroides para reduzir a inflamação. Antifibrinolíticos podem ser usados para prevenir ressangramento. Controle da Pressão Intraocular: Medicações para reduzir a pressão intraocular, como beta-bloqueadores ou inibidores da anidrase carbônica. Cirurgia: Em casos graves ou persistentes, pode ser necessária uma intervenção cirúrgica para remover o sangue acumulado. Referências Rocha KM, Engel DP, Gusmão FBA de, Martins EN, Moraes NSB de. Hifema traumático: seguimento de um ano. Arq Bras Oftalmol [Internet]. 2004Jan;67(1):133–7. Available from: https://doi.org/10.1590/S0004-27492004000100024 Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message* Também pode te interessar… Atlas de Oftalmo Hipópio Dr. Marcelo Negreiros fevereiro 27, 2025 Atlas de Oftalmo Policoria Dr. Marcelo Negreiros fevereiro 27, 2025 Atlas de Oftalmo Corectopia Dr. Marcelo Negreiros fevereiro 27, 2025 Atlas de Oftalmo Esclerocórnea Dr. Marcelo Negreiros fevereiro 27, 2025

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Hemorragia Subconjuntival

Voltar Hemorragia Subconjuntival A hemorragia subconjuntival é uma condição ocular relativamente comum, caracterizada pelo acúmulo de sangue sob a conjuntiva, a membrana transparente que cobre a parte branca do olho e a superfície interna das pálpebras. Embora a aparência de um olho vermelho intenso possa ser alarmante, essa condição é geralmente inofensiva e indolor, resolvendo-se espontaneamente sem a necessidade de tratamento significativo. Fatores como trauma, esforço físico, tosse intensa e hipertensão são frequentemente associados ao surgimento da hemorragia subconjuntival. Fisiopatologia A fisiopatologia da hemorragia subconjuntival envolve a ruptura de pequenos vasos sanguíneos na conjuntiva, resultando no extravasamento de sangue para o espaço subconjuntival. A conjuntiva não absorve rapidamente o sangue extravasado, levando à formação de uma mancha vermelha visível na superfície ocular. Fatores de risco incluem trauma ocular, aumento súbito da pressão venosa, coagulopatias e uso de anticoagulantes. Apesar da aparência dramática, a hemorragia subconjuntival geralmente não afeta a visão nem causa dor. Clinicamente, a hemorragia subconjuntival se apresenta como uma mancha vermelha brilhante e bem delimitada na esclera, variando em tamanho de pequeno ponto a grandes áreas que cobrem a maior parte do olho. Os pacientes raramente relatam sintomas significativos além da aparência do olho vermelho, embora possam ocasionalmente sentir leve desconforto ou sensação de pressão. A visão geralmente não é afetada, e a hemorragia não está associada a secreção ocular ou dor significativa. Tratamento O tratamento da hemorragia subconjuntival é geralmente conservador, uma vez que a condição tende a resolver-se espontaneamente em uma a duas semanas. Algumas abordagens incluem: Observação: Monitoramento do paciente, assegurando que a condição se resolva sem intervenções. Lubrificantes Oculares: Colírios lubrificantes para aliviar qualquer desconforto ou sensação de secura. Controle de Fatores de Risco: Identificação e manejo de fatores de risco subjacentes, como hipertensão ou uso de anticoagulantes, para prevenir recorrências. Referências HOLLY CRONAU, MD; RAMANA REDDY KANKANALA, MD; and THOMAS MAUGER. Diagnosis and Management of Red Eye in Primary Care. Am Fam Physician. 2010 Jan 15;81(2):137-144. Hemorragia subconjuntival. Manual MSD Versão Saúde pra a Família Subconjunctival hemorrhage. Mayo Clinic Boas práticas em Oftalmologia – Manual da Direção Geral da Saúde. 2008 Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message* Também pode te interessar… Atlas de Oftalmo Manchas de Bitot Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024 Atlas de Oftalmo Arco Senil Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024 Atlas de Oftalmo Hifema Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024 Atlas de Oftalmo Hemorragia Subconjuntival Dr. Marcelo Negreiros outubro 16, 2024

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Enoftalmia

Voltar Enoftalmia A enoftalmia é uma condição oftalmológica caracterizada pelo recuo anormal do globo ocular na órbita. Essa condição pode resultar de diversos fatores, incluindo traumas, condições inflamatórias, doenças sistêmicas e alterações anatômicas. A enoftalmia pode ter um impacto significativo na aparência facial e na função ocular, levando a complicações visuais e desconforto para o paciente. Fisiopatologia A fisiopatologia da enoftalmia envolve a redução do volume orbital ou o deslocamento posterior do conteúdo orbitário. Isso pode ocorrer devido a perda de gordura orbital, atrofia muscular, retração cicatricial dos tecidos orbitários ou aumento do volume da cavidade sinusal. Condições como síndrome de Parry-Romberg, trauma ocular, infecções orbitárias ou sequelas de cirurgias oculares podem levar ao desenvolvimento de enoftalmia. Clinicamente, a enoftalmia é observada como um recuo visível do globo ocular na órbita, que pode ser unilateral ou bilateral. Os pacientes podem relatar alteração na aparência facial, visão dupla (diplopia), sensação de olho afundado e, em casos graves, dificuldades na movimentação ocular. O exame físico pode revelar assimetria facial, recessão da margem palpebral e exposição da esclera. A enoftalmia pode ser confirmada por exames de imagem, como tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM), que mostram a posição do globo ocular e a anatomia orbital. Descrição Semiológica Agora vamos criar um exemplo fictício de uma descrição semiológica da Enoftalmia para ser acrescentado no prontuário do paciente. “Paciente apresenta enoftalmia unilateral no olho esquerdo, caracterizada por recuo do globo ocular na órbita, visível a olho nu e confirmado por tomografia computadorizada. Relata visão dupla e sensação de olho afundado. Exame físico revela assimetria facial e recessão da margem palpebral inferior.” Tratamento O tratamento da enoftalmia depende da causa subjacente e da severidade da condição. Algumas abordagens incluem: Preenchimento Orbital: Injeções de materiais de preenchimento, como ácido hialurônico, podem ser usadas para corrigir o recuo do globo ocular. Cirurgia Reconstrutiva: Procedimentos cirúrgicos para reposicionar o globo ocular e reconstruir a órbita, utilizando implantes orbitários ou enxertos de tecido. Tratamento da Condição Subjacente: Gerenciamento de doenças inflamatórias, trauma ou outras causas que levaram à enoftalmia. Agora vamos criar um exemplo fictício de uma descrição semiológica da Enoftalmia para ser acrescentado no prontuário do paciente. “Paciente apresenta enoftalmia unilateral no olho esquerdo, caracterizada por recuo do globo ocular na órbita, visível a olho nu e confirmado por tomografia computadorizada. Relata visão dupla e sensação de olho afundado. Exame físico revela assimetria facial e recessão da margem palpebral inferior.” O tratamento da enoftalmia depende da causa subjacente e da severidade da condição. Algumas abordagens incluem: Preenchimento Orbital: Injeções de materiais de preenchimento, como ácido hialurônico, podem ser usadas para corrigir o recuo do globo ocular. Cirurgia Reconstrutiva: Procedimentos cirúrgicos para reposicionar o globo ocular e reconstruir a órbita, utilizando implantes orbitários ou enxertos de tecido. Tratamento da Condição Subjacente: Gerenciamento de doenças inflamatórias, trauma ou outras causas que levaram à enoftalmia. Referências Fonseca Junior NL da, Lucci LMD, Rehder JRCL. A importância da enoftalmia senil no desenvolvimento do entrópio involucional. Arq Bras Oftalmol [Internet]. 2007Jan;70(1):63–6. Available from: https://doi.org/10.1590/S0004-27492007000100012 Herzog Neto G. Enoftalmia causada por uso tópico unilateral de Bimatoprost. Rev brasoftalmol [Internet]. 2016Jan;75(1):55–7. Available from: https://doi.org/10.5935/0034-7280.20160012 Dr. Marcelo Negreiros Autor do Artigo Deixe um comentário Cancelar resposta Conectado como Dr. Marcelo Negreiros. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message*

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