Gestação
Categoria BPode ser usado quando indicado
Atravessa a placenta. Estudos em animais não mostraram dano fetal e dados perinatais não indicaram eventos adversos; não há estudos controlados em gestantes. A bula brasileira registra Categoria A.
Monobactâmico de uso parenteral com espectro restrito a bacilos Gram-negativos aeróbios, incluindo Pseudomonas aeruginosa, útil sobretudo em pacientes com alergia grave a penicilinas e cefalosporinas e em associações contra produtores de metalobetalactamases.
Revisado em pela equipe MedFoco
Em terapia empírica, sempre associar agente com atividade contra Gram-positivos e, quando pertinente, contra anaeróbios. A reatividade cruzada com outros betalactâmicos é baixa, exceto com a ceftazidima, que compartilha cadeia lateral idêntica.
O essencial do perfil clínico em uma tela.
O aztreonam é o único monobactâmico de uso sistêmico disponível. É um betalactâmico bactericida com atividade restrita a bacilos Gram-negativos aeróbios, incluindo Pseudomonas aeruginosa, Enterobacterales sensíveis, Haemophilus influenzae e Neisseria spp. Por sua estrutura monocíclica, tem reatividade cruzada mínima com penicilinas e a maioria das cefalosporinas, o que o torna uma alternativa em pacientes alérgicos.
Betalactâmico monocíclico que se liga à PBP3 de bacilos Gram-negativos, inibe a síntese da parede celular e induz filamentação e lise bacteriana.
Concentrações, embalagens e nomes comerciais no Brasil.
| Apresentação | Forma farmacêutica | Concentração / composição | Embalagem | Nomes comerciais |
|---|---|---|---|---|
| Aztreonam 1 g | Pó para solução injetável | Aztreonam 1 gL-arginina 780 mg | Caixa com 25 frascos-ampola. | Azanem |
| Aztreonam 1 g | Pó para solução injetável | Aztreonam 1 gArginina ≈ 780 mg | Cartucho com 1 frasco-ampola de vidro. | Azeus |
| Aztreonam 1 gGenérico | Pó para solução injetável | Aztreonam 1 gL-arginina 780 mg | Frasco-ampola; embalagem hospitalar conforme fabricante. | Somente genérico |
Cada grama de aztreonam vem acompanhado de cerca de 780 mg de arginina, relevante em neonatos e prematuros pelo risco de hipoglicemia. A concentração final depende do volume de reconstituição; confira antes de calcular doses em mL.
Dose, frequência e duração por população.
De 6/6 h a 12/12 h conforme gravidade e foco.
Também é o teto para pediatria.
Por dose, de 6/6 h ou 8/8 h; 50 mg/kg em infecções graves a partir de 2 anos.
Após dose inicial usual; < 10 mL/min → 25%.
| Indicação | Dose | Frequência | Duração | Observações |
|---|---|---|---|---|
| Dose usual — infecção urinária | 1 g | 8/8 h ou 12/12 h | Conforme foco e resposta clínica | Ajustar pela função renal e reavaliar com urocultura e antibiograma. |
| Dose usual — infecção sistêmica moderadamente grave | 1 a 2 g | 8/8 h ou 12/12 h | Conforme foco e resposta clínica | Doses únicas acima de 1 g devem ser feitas por via EV. Associar cobertura para Gram-positivos e anaeróbios quando indicado. |
Ajustar pela função renal e reavaliar com urocultura e antibiograma.
Doses únicas acima de 1 g devem ser feitas por via EV. Associar cobertura para Gram-positivos e anaeróbios quando indicado.
| Indicação | Dose | Frequência | Duração | Observações |
|---|---|---|---|---|
| Infecção grave, potencialmente letal ou por P. aeruginosa | 2 g | 6/6 h ou 8/8 h | Conforme foco e resposta clínica | Indicado em septicemia, abscessos parenquimatosos, peritonite e infecções sistêmicas por P. aeruginosa, ao menos no tratamento inicial. Dose máxima de 8 g/dia. |
Indicado em septicemia, abscessos parenquimatosos, peritonite e infecções sistêmicas por P. aeruginosa, ao menos no tratamento inicial. Dose máxima de 8 g/dia.
| Indicação | Dose | Frequência | Duração | Observações |
|---|---|---|---|---|
| Dose usual | 30 mg/kg/dose | 6/6 h ou 8/8 h | Conforme foco e resposta clínica | Para crianças com mais de 1 semana de vida. Não exceder a dose máxima do adulto (8 g/dia). |
Para crianças com mais de 1 semana de vida. Não exceder a dose máxima do adulto (8 g/dia).
| Indicação | Dose | Frequência | Duração | Observações |
|---|---|---|---|---|
| Infecção grave (≥ 2 anos), inclusive por P. aeruginosa | 50 mg/kg/dose | 6/6 h ou 8/8 h | Conforme foco e resposta clínica | Não exceder 2 g por dose nem 8 g/dia. |
| Fibrose cística — exacerbação por P. aeruginosa | 50 a 75 mg/kg/dose (200 a 300 mg/kg/dia) | 6/6 h | Conforme protocolo de fibrose cística | Esquema de referências pediátricas, acima da dose de bula. Dose máxima de 12 g/dia; a dose diária pode ser administrada em infusão contínua em centros com protocolo. |
| Neonato < 1 kg · < 14 dias | 30 mg/kg/dose | 12/12 h | Conforme indicação neonatal | Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos. Monitorar glicemia pela carga de arginina. |
| Neonato < 1 kg · 14 a 28 dias | 30 mg/kg/dose | 8/8 h | Conforme indicação neonatal | Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos. |
| Neonato 1 a 2 kg · ≤ 7 dias | 30 mg/kg/dose | 12/12 h | Conforme indicação neonatal | Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos. |
| Neonato 1 a 2 kg · 8 a 28 dias | 30 mg/kg/dose | 8/8 h | Conforme indicação neonatal | Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos. |
| Neonato > 2 kg · ≤ 7 dias | 30 mg/kg/dose | 8/8 h | Conforme indicação neonatal | Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos. |
| Neonato > 2 kg · 8 a 28 dias | 30 mg/kg/dose | 6/6 h | Conforme indicação neonatal | Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos. |
| Lactente 29 a 60 dias (peso de nascimento ≤ 2 kg) | 30 mg/kg/dose | 6/6 h | Conforme indicação | Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos. |
Não exceder 2 g por dose nem 8 g/dia.
Esquema de referências pediátricas, acima da dose de bula. Dose máxima de 12 g/dia; a dose diária pode ser administrada em infusão contínua em centros com protocolo.
Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos. Monitorar glicemia pela carga de arginina.
Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos.
Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos.
Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos.
Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos.
Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos.
Diluir para 20 mg/mL e infundir em 20 a 60 minutos.
Pode ser usado quando indicado
Atravessa a placenta. Estudos em animais não mostraram dano fetal e dados perinatais não indicaram eventos adversos; não há estudos controlados em gestantes. A bula brasileira registra Categoria A.
Manter a amamentação
Excretado no leite em concentrações muito baixas (menos de 1% da sérica materna) e com absorção oral desprezível pelo lactente. Observar diarreia ou candidíase no bebê.
| Condição | Ajuste / Dose | Frequência | Observações |
|---|---|---|---|
| ClCr 10 a 30 mL/min/1,73 m²Ajustar dose | Dose inicial usual; manutenção com 50% da dose | Intervalo habitual (6, 8 ou 12 h) | Ajustar dose. Estimar o ClCr por Cockcroft-Gault com creatinina em estado de equilíbrio. |
| ClCr < 10 mL/min/1,73 m²Ajustar dose | Dose inicial usual; manutenção com 25% da dose inicial | Intervalo fixo de 6, 8 ou 12 h | Ajustar dose. Inclui pacientes em hemodiálise. |
| Hemodiálise · infecção graveDose suplementar | 12,5% da dose inicial após cada sessão | Além da manutenção de 25% | Dose suplementar. O aztreonam é removido por hemodiálise e diálise peritoneal. |
| Diálise peritoneal · peritoniteVia intraperitoneal | Ataque de 1.000 mg/L de dialisato; manutenção de 250 mg/L | Em todas as trocas | Via intraperitoneal. Esquema de referências de diálise peritoneal; seguir protocolo do serviço de nefrologia. |
| Insuficiência hepáticaSem ajuste | Sem ajuste posológico específico | Conforme indicação e função renal | Sem ajuste. Eliminação predominantemente renal. Em cirrose avançada com doença renal associada, orientar a dose pelo ClCr. |
Ajustar dose. Estimar o ClCr por Cockcroft-Gault com creatinina em estado de equilíbrio.
Ajustar dose. Inclui pacientes em hemodiálise.
Dose suplementar. O aztreonam é removido por hemodiálise e diálise peritoneal.
Via intraperitoneal. Esquema de referências de diálise peritoneal; seguir protocolo do serviço de nefrologia.
Sem ajuste. Eliminação predominantemente renal. Em cirrose avançada com doença renal associada, orientar a dose pelo ClCr.
| Condição | Ajuste / Dose | Frequência | Observações |
|---|---|---|---|
| IdosoAjustar pela função renal | Sem redução apenas pela idade | Conforme ClCr | Ajustar pela função renal. A creatinina sérica isolada pode superestimar a função renal; calcular o ClCr antes de definir a dose. |
| Grande queimadoIndividualizar | Doses maiores podem ser necessárias | Sem encurtamento automático do intervalo | Individualizar. O volume de distribuição aumenta após lesão térmica; a depuração continua acompanhando o ClCr. |
Ajustar pela função renal. A creatinina sérica isolada pode superestimar a função renal; calcular o ClCr antes de definir a dose.
Individualizar. O volume de distribuição aumenta após lesão térmica; a depuração continua acompanhando o ClCr.
Técnica de aplicação, vias e situações especiais.
A via EV (infusão ou injeção direta lenta) é preferida para doses únicas acima de 1 g e para infecções graves, septicemia, abscessos e peritonite. A via IM profunda é aceitável para doses de até 1 g em infecções menos graves.
Agitar imediata e vigorosamente após adicionar o diluente. A solução pode ser incolor a amarelo-clara e adquirir tom levemente rosado em repouso, sem perda de potência.
Doses acima de 1 g e infecções graves devem ser administradas por via EV. A via IM fica reservada a doses de até 1 g.
Infusão EV: 3 mL de água para injetáveis por grama (253,16 mg/mL). EV direta: 6 a 10 mL de água para injetáveis. IM: no mínimo 3 mL por grama de água para injetáveis ou SF 0,9%.
A concentração final não deve exceder 2% p/v (1 g em 50 mL). Usar, por exemplo, 1 g em 50 a 100 mL de SF 0,9% ou SG 5%.
Infusão EV em 20 a 60 minutos. Injeção EV direta lenta em 3 a 5 minutos, na veia ou no equipo.
Aplicar no quadrante superior externo do glúteo ou na face lateral da coxa. Não é necessário anestésico local.
Em infusão intermitente com fármaco incompatível, lavar o equipo antes e depois com diluente compatível. Não misturar com metronidazol, nafcilina ou cefradina.
Via preferencial para doses > 1 g e infecções graves
1 g reconstituído em 3 mL + 50 a 100 mL de diluente; 2 g + 100 a 250 mL
Concentrações acima de 2% p/v devem ser usadas imediatamente, exceto quando preparadas em água para injetáveis ou SF 0,9%.
1 g reconstituído em 3 mL + 50 a 100 mL de diluente; 2 g + 100 a 250 mL
Concentrações acima de 2% p/v devem ser usadas imediatamente, exceto quando preparadas em água para injetáveis ou SF 0,9%.
Administração rápida em acesso venoso
1 g + 6 a 10 mL de água para injetáveis
1 g + 6 a 10 mL de água para injetáveis
Doses por peso
Volume do frasco (mL) = dose em mg ÷ 253,16; completar com SF 0,9% até 20 mg/mL
Em prematuros, manter infusão de glicose concomitante (> 5 mg/kg/min) para prevenir hipoglicemia pela arginina.
Não usar diluentes com álcool benzílico em recém-nascidos.
Volume do frasco (mL) = dose em mg ÷ 253,16; completar com SF 0,9% até 20 mg/mL
Em prematuros, manter infusão de glicose concomitante (> 5 mg/kg/min) para prevenir hipoglicemia pela arginina.
Não usar diluentes com álcool benzílico em recém-nascidos.
Doses de até 1 g em infecções menos graves
1 g + no mínimo 3 mL de diluente
Não reconstituir com anestésico local; o produto é bem tolerado por via IM.
Diluentes com álcool benzílico não são adequados para recém-nascidos.
1 g + no mínimo 3 mL de diluente
Não reconstituir com anestésico local; o produto é bem tolerado por via IM.
Diluentes com álcool benzílico não são adequados para recém-nascidos.
| Via | Status | Observações |
|---|---|---|
| Endovenosa | Via indicada | Infusão em 20 a 60 minutos (≤ 20 mg/mL) ou injeção direta lenta em 3 a 5 minutos. Preferida para doses > 1 g e infecções graves. |
| Intramuscular | Via indicada | IM profunda no glúteo ou na face lateral da coxa, para doses de até 1 g. |
| Intraperitoneal | Uso especializado | Adição ao dialisato na peritonite associada à diálise peritoneal, conforme protocolo de nefrologia. |
| Oral | Não se aplica | Não há absorção oral relevante nem formulação oral. |
| Sublingual | Não se aplica | Não se aplica. |
| Subcutânea | Não usar | Via não estudada; não administrar. |
| Retal | Não se aplica | Não se aplica. |
| Tópica/mucosas | Não se aplica | Não se aplica. |
| SNG/SNE | Não se aplica | Não se aplica. |
| Inalatória | Não usar o injetável | A formulação injetável contém arginina e não se destina à nebulização. |
Infusão em 20 a 60 minutos (≤ 20 mg/mL) ou injeção direta lenta em 3 a 5 minutos. Preferida para doses > 1 g e infecções graves.
IM profunda no glúteo ou na face lateral da coxa, para doses de até 1 g.
Adição ao dialisato na peritonite associada à diálise peritoneal, conforme protocolo de nefrologia.
Não há absorção oral relevante nem formulação oral.
Não se aplica.
Via não estudada; não administrar.
Não se aplica.
Não se aplica.
Não se aplica.
A formulação injetável contém arginina e não se destina à nebulização.
O aztreonam pode ser usado na maioria dos pacientes com alergia a penicilinas e cefalosporinas. Pacientes com alergia à ceftazidima (cadeia lateral idêntica) exigem cautela ou avaliação alergológica.
Cada grama contém cerca de 780 mg de arginina. Em prematuros, manter infusão de glicose concomitante e monitorar glicemia.
Contra enterobactérias produtoras de NDM, VIM ou IMP, o aztreonam costuma ser associado à ceftazidima-avibactam, que protege o aztreonam das ESBL e AmpC coexistentes. Discutir com infectologia.
Soluções ≤ 2% em SF 0,9% ou SG 5% com clindamicina, gentamicina, tobramicina ou cefazolina são estáveis por 24 h em temperatura ambiente. É incompatível com metronidazol, nafcilina e cefradina.
Contraindicações, monitoramento e eventos adversos.
O aztreonam não tem atividade contra Gram-positivos nem anaeróbios. Em terapia empírica ou infecções polimicrobianas, associar agentes apropriados. Ajustar a dose sempre pela função renal.
Atravessa a placenta e alcança o líquido amniótico. Não houve dano fetal em estudos animais e os dados perinatais disponíveis não mostraram eventos adversos. A bula brasileira registra Categoria A; na ausência de estudos controlados em gestantes, adota-se a classificação B.
Concentração no leite muito baixa (0,4 a 1 µg/mL após 1 g) e absorção oral desprezível. Compatível com a amamentação, observando o lactente para diarreia ou candidíase.
Após dose inicial usual, usar metade da dose com ClCr 10–30 mL/min/1,73 m² e 1/4 com ClCr < 10 mL/min/1,73 m². Em hemodiálise com infecção grave, acrescentar 1/8 da dose inicial após cada sessão.
Não há ajuste hepático específico. Hepatite, icterícia e elevação de enzimas hepáticas foram relatadas raramente; monitorar em tratamentos prolongados.
Farmacologia, interações e informação regulatória.
Betalactâmico monocíclico que se liga com alta afinidade à PBP3 de bacilos Gram-negativos aeróbios, inibindo a síntese do peptidoglicano e levando à formação de filamentos e lise. Não se liga às PBPs de Gram-positivos e anaeróbios. É resistente à hidrólise por metalobetalactamases, mas é degradado por ESBL, AmpC e KPC.
A absorção IM é quase completa. Distribui-se amplamente, alcançando osso, bile, vesícula, secreções brônquicas e intestinais e líquido cefalorraquidiano com meninges inflamadas. O volume de distribuição corresponde a cerca de 12% do peso corporal.
Não há metabolismo relevante. Em grandes queimados o volume de distribuição aumenta, podendo exigir doses maiores.
Cerca de 60% a 70% da dose é excretada inalterada na urina. A meia-vida é de aproximadamente 1,5 a 2 horas com função renal normal, 1,7 hora em crianças de 1 mês a 12 anos e 2,4 a 5,7 horas em prematuros na primeira semana de vida.
É removido por hemodiálise, diálise peritoneal e hemofiltração contínua.
O principal cuidado é o antagonismo com betalactâmicos indutores potentes de betalactamases, como cefoxitina e imipeném, que não devem ser usados em associação. O cloranfenicol pode antagonizar in vitro a atividade bactericida; quando associados, administrar o cloranfenicol algumas horas após o aztreonam. Probenecida e furosemida elevam discretamente os níveis séricos, sem significado clínico. A associação com aminoglicosídeos é usual, mas exige monitorização renal e auditiva pelos efeitos próprios do aminoglicosídeo. Não há reação do tipo dissulfiram com álcool. Na mesma solução, é incompatível com metronidazol, nafcilina e cefradina. Métodos não enzimáticos de pesquisa de glicose urinária podem dar falso-positivo.
Fontes regulatórias e clínicas utilizadas.
Instituto BioChimico Indústria Farmacêutica Ltda. Bula para o profissional de saúde, utilizada para posologia, ajuste renal, preparo, estabilidade, compatibilidade e segurança.
Novafarma Indústria Farmacêutica Ltda. Bula para o profissional de saúde, utilizada para apresentação e composição (Registro MS 1.1402.0060).
Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais, consultada para situação no SUS.
WHO Collaborating Centre for Drug Statistics Methodology. Aztreonam; DDD parenteral de 4 g.
Critérios para prescrição, dispensação, controle, embalagem e rotulagem de medicamentos à base de substâncias antimicrobianas.
Infectious Diseases Society of America. Uso de aztreonam associado a ceftazidima-avibactam contra Enterobacterales produtoras de metalobetalactamases.
Bristol-Myers Squibb. Fonte complementar para categoria gestacional, lactação e reatividade cruzada com ceftazidima.
Esquemas neonatais por peso e idade pós-natal, fibrose cística e peritonite em diálise peritoneal, utilizados como complemento à bula.