1. Levante os fatores
Combine idade, antecedentes, doenças maternas, condições da gestação atual e sinais de alerta.
Estratifique o risco da gestante a partir de dados clínicos, antecedentes, condições atuais da gravidez e sinais de alerta, com orientação prática para pré-natal de risco habitual, intermediário, alto risco ou avaliação imediata.
Marque os fatores presentes. A classificação final considera o fator de maior gravidade.
Preencha os dados e marque os fatores presentes para visualizar a estratificação do risco gestacional e a orientação de acompanhamento.
A estratificação ajuda a organizar o cuidado, definir necessidade de pré-natal especializado e reconhecer situações que exigem avaliação imediata.
Combine idade, antecedentes, doenças maternas, condições da gestação atual e sinais de alerta.
A presença de um fator de alto risco já direciona a gestante para acompanhamento especializado.
Sinais de urgência não devem aguardar consulta: exigem avaliação presencial imediata.
Alto risco não exclui APS: o ideal é cuidado compartilhado com serviço de referência.
| Estrato | Exemplos | Conduta geral |
|---|---|---|
| Risco habitual | Sem fatores relevantes identificados. | Pré-natal de rotina, educação em saúde e reavaliação contínua. |
| Risco intermediário | Idade extrema, vulnerabilidade, tabagismo, obesidade, intercorrências leves. | Seguimento mais atento, correção de fatores modificáveis e avaliação da necessidade de apoio matricial. |
| Alto risco | Doença materna importante, antecedente obstétrico grave, gestação múltipla, sangramento, suspeita fetal relevante. | Encaminhar/compartilhar com pré-natal de alto risco e manter acompanhamento na APS. |
| Urgência | Sangramento intenso, convulsão, sintomas graves de pré-eclâmpsia, dispneia importante, redução de movimentos fetais. | Avaliação imediata em serviço com suporte obstétrico. |
A classificação deve ser revista em todas as consultas. A gestante pode mudar de estrato conforme exames, evolução clínica, idade gestacional e intercorrências.