Escala de Coma de Glasgow
Calcule a pontuação pela abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.
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Sobre a Escala de Coma de Glasgow
A Escala de Coma de Glasgow (Glasgow Coma Scale — GCS) é uma ferramenta clínica utilizada para avaliar o nível de consciência de pacientes com alteração neurológica, especialmente em casos de trauma cranioencefálico.
Mede a resposta espontânea ou provocada dos olhos, variando de 1 a 4 pontos.
Analisa orientação, confusão, sons incompreensíveis ou ausência de resposta verbal.
Observa obediência a comandos, localização da dor ou padrões motores anormais.
13–15: leve
9–12: moderado
≤8: grave
Referências
- Jennett B, Teasdale G. Assessment of coma and impaired consciousness. Lancet. 1974;2(7872):81–84.
- Teasdale G, Jennett B. Assessment and prognosis of coma after head injury. Acta Neurochir. 1976;34(1-4):45–55.
Aviso importante
A Escala de Glasgow auxilia na avaliação neurológica inicial, mas não substitui avaliação clínica completa, exame neurológico detalhado e monitorização contínua do paciente.
Sobre o Dr. Bryan Jennett
A Escala de Coma de Glasgow foi desenvolvida em 1974 pelos neurocirurgiões
Dr. Bryan Jennett e Dr. Graham Teasdale, da Universidade de Glasgow, na Escócia.
O objetivo da escala foi padronizar a avaliação do nível de consciência em pacientes com trauma cranioencefálico, permitindo comunicação mais objetiva entre equipes médicas e acompanhamento evolutivo do paciente.
Atualmente, a Escala de Glasgow é utilizada mundialmente em emergências, UTIs, trauma e neurologia.
Referências completas
- Jennett B, Teasdale G. Assessment of coma and impaired consciousness. Lancet. 1974;2(7872):81–84.
- Teasdale G, Jennett B. Assessment and prognosis of coma after head injury. Acta Neurochir (Wien). 1976;34(1-4):45–55.
- National Institute for Health and Care Excellence (NICE). Head injury: assessment and early management.
- Advanced Trauma Life Support (ATLS). Student Course Manual. American College of Surgeons.
- Teasdale G, Maas A, Lecky F, et al. The Glasgow Coma Scale at 40 years. Lancet Neurol. 2014;13(8):844–854.
